
Não ouço os versos de poesia serem declamados.
Não ouço os músicos fazerem sentimento de verdade.
Não ouço os amores serem alardeados por aí.
Escuto apenas o barulho desta Feira, desta Maria Quitéria sem heroísmos e sem espada.
As filarmônicas morreram, agora só restam os ruídos...